sexta-feira, 20 de julho de 2007

Tempo de Amigos





No cotidiano, nas idas e vindas, nas confraternizações e na vida, temos a inseparável companhia de amigos. Esses, de um valor incalculável, de uma solidariedade singular, de reconhecimento inevitável, são lembrados nesse 20 de julho, o Dia do Amigo.

Parafraseando William Shakespeare: "Depois de algum tempo você aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias, e o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida."

Desejo a todos Tempo Bom para a Amizade.

Deputado Paulo Borges

quarta-feira, 18 de julho de 2007

Artigo


Mais que o acaso


Tempo de tristeza. É inadmissível mais um desastre na aviação do País. A notícia da queda do Airbus 320 da TAM, com 186 pessoas e que fazia o vôo JJ 3054, de Porto Alegre a Congonhas (SP), instalou entre nós um clima de desespero. Um drama para o povo gaúcho, a maior tragédia da história da aviação brasileira.

Entre os mortos, muito mais que representantes de empresas, da política, do esporte, amigos, desconhecidos e tripulantes. Estes sim, vítimas sem culpa, inocentes. Uma comoção generalizada para todos os brasileiros e a permanente dúvida de quando serão resolvidos todos os problemas no caótico sistema aéreo brasileiro.

Repito, inadmissível. Há informações de que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) tenha determinado a suspensão de operações quando houvesse acúmulo de pelo menos três milímetros de água nas pistas. "O acidente foi uma tragédia anunciada", como afirmou o coordenador de segurança de vôo do Sindicato Nacional dos Aeronautas, comandante Carlos Camacho. Como é possível uma reforma na pista ser entregue incompleta, sem as ranhuras que garantiriam o escoamento da água e a maior aderência dos pneus no solo. Lamentavelmente, antes do acidente, chovia forte em São Paulo.

Fomos dormir angustiados (se é que dormimos), e acordamos mais angustiados ainda. Poderia ter sido apenas um pesadelo. Mas a constatação, não foi. Depois da "partida" do vôo JJ 3054, a rotina de decolagens continua aos destinos, carregada da dúvida de mais um erro.

Duas tragédias aéreas em um ano, centenas de mortos e nenhuma solução. Agonia, sufoco, impotência. Ao menos se fossem apenas os atrasos ou a inconstância meteorológica. Não. A chuva, sim, é de incertezas sobre o caos aéreo. A neblina, recobre a solução que os brasileiros procuram desde 29 de setembro do ano passado, com a também trágica queda do vôo 1907, da GOL. E a tempestade é de lágrimas das famílias e amigos das vítimas deste acidente que deixa de ser mero acaso.
Luto

Paulo Borges e sua equipe manifestam pesar e luto pelas vítimas do vôo JJ 3054


O líder da bancada dos Democratas, deputado Paulo Borges, e toda a sua equipe lamentam o acidente do Airbus 320, que fazia o vôo JJ 3054, de Porto Alegre a Congonhas (SP), e manifestam pesar e luto pelas vítimas.

Paulo Borges salienta que o povo gaúcho esta inconformado com a perda . "Somos um povo unido e sentimos profundamente esta tragédia". O parlamentar lamenta a perda do deputado federal Júlio Redecker (PSDB), líder da minoria na Câmara Federal e um dos responsáveis na investigação do caos que vive a aviação brasileira.

"É inadmissível mais um desastre na aviação do País", critica o deputado.

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Paulo Borges na luta contra o câncer de mama


Paulo e Raquel Borges: tolerância zero para o câncer de mama


O deputado Paulo Borges e sua esposa, Raquel Borges, participaram ontem, em Porto Alegre, da quarta edição da Caminhada das Vitoriosas, em comemoração ao Dia Estadual de Luta Contra o Câncer de Mama.

Unidos à mulheres recuperadas do câncer, familiares de quem perdeu a vida em decorrência da doença e apoiadores da causa, o casal Borges engajou-se à luta e não pretende parar até que os índices da doença diminuam e desapareçam em todo o RS.

Ao sair com a passeata do Parque Moinhos de Vento (Parcão) até a Redenção, o deputado reafirmou “tolerância zero para o câncer de mama no RS”. Segundo ele, é inadmissível que o Estado lidere o ranking brasileiro de mortes pela doença.

“Criamos o projeto de lei que institui comitês para erradicação do câncer de mama no Estado e trabalharemos para que essas mulheres sejam ainda mais ‘vitoriosas’ na luta contra este mal que atinge milhares de brasileiras”, salientou Paulo Borges.


NÃO ao câncer de mama



sexta-feira, 13 de julho de 2007


Tempo Bom para Tramandaí



Paulo Borges degustou a famosa tainha na brasa


A 18ª Festa Nacional do Peixe de Tramandaí recebeu hoje (13), o deputado estadual e "homem do tempo", Paulo Borges. À partir do meio dia ele circulou pelos pavilhões do evento e apreciando as feiras e exposições.


Segundo o deputado, o evento é um marco para a economia e turismo da cidade, capaz de gerar um incremento significativo nas atividades empresariais e na geração postos de trabalho. "A18ª Festa Nacional do Peixe de Tramandaí só cresceu e hoje é um dos principais eventos do litoral gaúcho . Estou muito feliz de poder comemorar com a comunidade do município", destaca Paulo Borges.

Tempo bom na Festa do Peixe



quinta-feira, 12 de julho de 2007



TOLERÂNCIA ZERO PARA MORTALIDADE
POR CÂNCER DE MAMA NO RS
Na Semana de Luta Contra o Câncer de Mama o projeto de lei do deputado Paulo Borges cria comitês para erradicação da doença

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), apenas neste ano mais de 48 mil mulheres sofrerão com o câncer de mama em todo o Brasil e 10 mil delas vão morrer. "O número é arrasador, mas realista", destaca Paulo Borges. No Brasil, o câncer representa a primeira causa de morte por neoplasias entre as mulheres, chegando a atingir o percentual de 16,6%. Sendo que em 60% dos casos a doença é detectada em estágio avançado. "Se diagnosticado precocemente, as chances de cura são de 98%", indica o INCA.

"O referente dado demonstra que as campanhas de prevenção e/ou detecção precoce não tem sido bem sucedidas, e o câncer de mama continua a se constituir como séria ameaça para a população feminina brasileira", explica o deputado. Por ser o Rio Grande do Sul, o recordista no número de mortes por câncer de Mama, anualmente 980 mulheres, o gabinete do Dep. Paulo Borges protocolou no dia 11 de julho, quarta-feira, o projeto de lei destinado a criar comitês em todo o Estado que tenham como missão erradicar o câncer de mama, informar à comunidade sobre a necessidade de conhecimento do corpo e da prevenção da doença, incentivar a prática do auto-exame e educar para a importância do diagnóstico precoce da neoplasia.


Os Comitês

Além de atuar como fiscalizador de todo o processo (diagnóstico-informação-prevenção-cura), os Comitês serão independentes do poder público, mas trabalharão em parceria com a Prefeitura Municipal e/ou Secretaria da Saúde Municipal. Os membros dos comitês serão escolhidos pela sociedade civil organizada, Ongs, Oscips, entre outras entidades ligadas à área da saúde, a fim de que a iniciativa do projeto seja perpetuada e consolidada para reverter as estatísticas.

"Queremos acabar, por exemplo, com a dificuldade e a falta de conhecimento da comunidade feminina em acessar o serviço de saúde", destaca Paulo Borges. Segundo ele, um importante fator prognóstico do câncer de mama é a detecção precoce, que avaliado o histórico do câncer, é uma das principais formas de diminuir as taxas de morbi-mortalidade causadas pela doença.

As campanhas de educação serão uma das principais ferramentas dos Comitês para informar à população sobre a prática de ações preventivas, que compreendam a prática do auto-exame, exames preventivos de rotina, exames laboratoriais e exames complementares.

O lançamento da Semana da Luta Contra o Câncer de Mama, acorreu ontem (11) na Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul.

quarta-feira, 11 de julho de 2007


"Com a Palavra", Paulo Borges


O deputado Paulo Borges participa, hoje, do programa Com a Palavra, da TV Assembléia. Com a apresentação Milton Cardoso, o programa vai ao ar à meia noite pelo cana 16, da NET, e recebe o deputado que fala de sua trajetória como jornalista e homem do tempo até às atuações como parlamentar na Assembléia Gaúcha.


Análises de temas da atualidade pontuam o programa diário, com reprises em horários alternativos.

segunda-feira, 9 de julho de 2007


Doce, açúcar e Paulo Borges rendem muita comemoração na FENADOCE


O deputado Paulo Borges esteve, sexta-feira (06), na 15ª Feira Nacional do Doce (Fenadoce) de Pelotas. Acompanhado da esposa, Raquel Borges, o "homem do tempo" chegou ao meio dia no Centro de Eventos. Ele percorreu a multifeira, e saboreou desde os "Doces Finos", fabricados de acordo com as tradicionais receitas trazidas pelas famílias portuguesas ou pelos filhos de charqueadores que viajavam pela Europa, até os mais tradicionais doces de Pelotas, como Camafeus, Pastel de Santa Clara e Carioquinha.




Paulo e Raquel Borges degustam as delícias da FENADOCE



"A Feira e os doces são geniais. Não é a toa que a cidade de Pelotas é referência no Brasil em matéria de doces", elogiou Paulo Borges ao destacar a qualidade da infra-estrutura da FENADOCE e a hospitalidade do povo pelotense.

Durante a visita, o deputado foi muito bem recebido por comerciantes, doceiros e eleitores. Sinônimo de comemoração, a tradicional receita "doce e açúcar" rendeu tempo bom e muita festa em cada passagem do deputado nas bancas de doces.


Doceiras de primeira compõem mais um time de fãs fiéis de Paulo Borges


Com o mesmo carisma de sempre, Paulo Borges deu atenção a todos que o abordavam. "É deste contato que eu gosto. Conversar e ouvir as pessoas. Não há nada mais significante que um abraço e um aperto de mão", celebra.


Veja mais fotos da visita:


Uma novidade foi o carro de Renato Pereira, adesivado com a imagem do deputado.






*Equipe do Diário Popular





*Fãs do Paulo Borges




quinta-feira, 5 de julho de 2007

ARTIGO


Nenhum homem é uma ilha


Um dos benefícios que todo e qualquer tipo de crise traz à tona é um olhar reflexivo sobre a sua origem, conseqüências, responsabilidades e, principalmente, soluções. A crise ética no Brasil, especialmente na área política, ao mesmo tempo que traz sempre um fato novo, assemelha-se às telenovelas – literalmente: o povo brasileiro já sabe que não precisa acompanhar todos os capítulos para saber o final. E isso é por demais lamentável.


Esse entorpecimento no qual todo o cidadão se encontra – independente de sua esfera de atuação e classe social está associado à famosa frase do filósofo inglês, Thomas Morus, o qual sabiamente conclui que "nenhum homem é uma ilha". Ou seja, para compreender a engrenagem da corrupção brasileira, e das nossas limitações éticas e morais, precisamos compreender, antes de mais nada, que a vida humana é convívio. Para o ser humano viver é conviver.


São as inter-relações que realizam um ser moral e ético. Ou seja, somos um País que já está por demais acostumado com misérias de qualquer ordem. Parecemos agir por força do hábito, da nossa cultura, do nosso "jeitinho" brasileiro – burlar uma fila, sonegar impostos, além de tentar tirar vantagem em ínfimos detalhes, usando a conhecida "lei de gerson".


Essas pequenas artimanhas se entranham de uma maneira tal nos nossos costumes que nos sentimos autorizados a aceitar pequenos delitos. Parece que a ética pessoal de cada um de nós incorporou uma "fita métrica", um medidor de caráter permissivo. Naturalizamos a injustiça e consideramos normal conviver com crianças nas sinaleiras, com os pequenos subornos, com as indignas filas do SUS, com a exploração da mão-de-obra infantil, com os mendigos nas ruas, com as agressões internas e externas tais como a violência doméstica, e os indignos sofrimentos de fome e de frio.


Fraudes, violência e corrupção não saem mais do nosso vocabulário e do dia-dia dos noticiários. Na vida pública, então, maus exemplos é que não faltam. E o telhado de vidro tem sua razão de ser: parlamentares e governantes são representantes dessa "ilha" e, portanto, devem exemplo àqueles que confiaram o seu maior potencial como cidadão: o poder de voto.


Para mudar o final dessa novela de malefícios sociais, precisamos centrar nossa atenção ao primeiro capítulo, à essência de tudo isso que, inegavelmente, é a crise ética. Como parlamentar, jornalista e, acima de tudo cidadão, convoco a sociedade a repensar que tipo de ilha queremos para nós e para as futuras gerações.

Dep. Estadual Paulo Borges
Paulo Borges quer bons exemplos na política


"Maus exemplos é o que não faltam. A juventude tem que estar engajada e consciente de suas responsabilidades morais", defende o deputado Paulo Borges ao participar do Movimento de Moralização do Congresso - MMC, realizado hoje (quinta-feira), pelo DEMOCRATAS Juventude do RS na Esquina Democrática, no centro de Porto Alegre.



Junto com a Juventude do Partido, Paulo Borges lavou o centro da Capital com água e sabão, uma representação ao fim dos atos de corrupção na política. Segundo o deputado a crise ética no Brasil, especialmente na área política, sempre traz um fato novo.


"O Brasil e o Rio Grande vivem uma etapa de reformulação de ideais e lideranças. O Partido Democrata vêm para somar ao crescimento da sociedade e busca fundamentalmente através da juventude a renovação da ética na política brasileira", salienta Paulo Borges.



Amanhã o MMC segue para o Santa Maria e Pelotas.


Tempo Bom para a FENADOCE

O deputado estadual Paulo Borges (DEM) prestigia amanhã, à partir do meio dia , a Feira Nacional do Doce - FENADOCE - de Pelotas.
Para o deputado, o evento é um marco para a economia e turismo da cidade. O parlamentar afirma sua crença no potencial da cidade. "Pelotas possui uma excelente infra-estrutura, e sendo a maior cidade da região sul do Rio Grande do Sul é capaz de abrigar um potencial econômico que desencadeie a atração de novos investimentos geradores de milhares de postos de trabalho ", acredita.


Segundo ele, a FENADOCE só cresceu, e hoje é um dos principais eventos do Estado e do Brasil. "Estou muito feliz de poder comemorar com a comunidade pelotense e degustar os famosos doces de confecção artesanal. A Feira é uma oportunidade fundamental de divulgar a cultura doceira de Pelotas, e de movimentar o comércio na cidade", destaca Paulo Borges.

terça-feira, 3 de julho de 2007

Tempo Bom para a Cultura


Paulo Borges apresenta projeto da cultura no Estado
Representantes das artes plásticas, cinema, teatro, música e literatura já apoiam o
Programa Tempo Bom para a Cultura.

Na audiência pública da Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia, realizada nesta terça-feira (3), para discutir mecanismos de financiamento à cultura, como a Lei de Incentivo à Cultura (LIC), o Fundo de Apoio à Cultura (FAC) e os recursos do Plano Plurianual (PPA), o deputado Paulo Borges questionou a falta de uso do FAC.

Segundo o deputado o fundo existe mas não é ativo. Com a finalidade de ativar o Fundo de Apoio à Cultura e destinar mais recursos à cultura, Paulo Borges destacou na audiência pública a importância da aprovação do Programa Tempo Bom para a Cultura (PL 90 2007).

O projeto visa destinar cerca de 400 mil anuais para financiar projetos de artistas independentes da música, do cinema, do teatro, da literatura e das artes em geral. "Entendemos que a criação regional, a oportunidade aos artistas independentes e a formação de nossas crianças e jovens também constituem parcela importante na promoção da imagem do Estado", defende o parlamentar. Segundo ele "cultura e educação andam de mãos dadas".

Proporcionar 30 % do material produzido (cds, livros, produção audiovisual, entre outros) às escolas e instituições públicas, de forma a facilitar e incentivar a leitura e o conhecimento das artes contemporâneas do Estado é um dos principais objetivos do projeto, que já conta com o apoio da comunidade cultural do Estado.

O deputado Paulo Borges, em consonância de Henrique de Freitas Lima, cineasta e um dos fundadores (e o primeiro presidente) da Associação dos Produtores Culturais do Rio Grande do Sul; Dilmar Messias, diretor e dramaturgo de teatro e dono do projeto Circo Teatro Girassol; José do Amaral, artista plástico, criador do Instituto Estadual de Artes Visuais e Técnico em assuntos culturais da Secretaria da Cultura; entre outros artistas, vêm formando uma frente de apoio à aprovação do Programa Tempo Bom para a Cultura.

"Quero reafirmar o dever do Estado em instituir políticas necessárias à proteção e promoção das expressões culturais e movimentar a vida artística do Rio Grande do Sul", defende o deputado.

Paulo Borges é favorável à inclusão da Estátua do Laçador ao patrimônio histórico e cultural do RS


O deputado Paulo Borges, titular da Comissão de Educação, cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia concedeu hoje (3), parecer favorável ao projeto de lei 13/2006, que declara a "Estátua do Laçador" integrante do patrimônio histórico e cultural e escultura-símbolo do Estado do Rio Grande do Sul.

Paulo Borges, relator do projeto de autoria do deputado Giovani Cherini (PDT), explica que "O Laçador" é o símbolo do povo gaúcho. "Temos que preservar a chama do nosso tradicionalismo, e as raízes do orgulho em ser gaúcho. E a Estátua do Laçador é este símbolo", destaca o deputado.

Símbolo do povo gaúcho

A Estátua do Laçador é um dos primeiros monumentos de Porto Alegre em homenagem à figura do gaúcho. A estátua, representação do gaúcho tradicionalmente pilchado (em trajes típicos), tem de altura 4,45 metros e retrata o folclorista gaúcho Paixão Côrtes. Em 1991, uma votação popular escolheu o Laçador como símbolo da cidade.


Inaugurada em 1958 e tombada como patrimônio histórico em 2001, a obra permaneceu dando boas-vindas aos visitantes até o dia 11 de março deste ano, quando foi transferida de seu local antigo, a Praça do Bombeador, para o Sítio do Laçador, permitindo asim a construção do viaduto Leonel Brisola.


O Sítio do Laçador tem seis espaços diferenciados, com as cores do estado do Rio Grande do Sul, em quatro mil metros quadrados de área. A estátua está num espaço mais elevado, denominado Coxilha do Laçador. A estátua continua visível a todas as pessoas que chegam a Porto Alegre pela BR-116, ou que se deslocam do aeroporto parao centro da cidade.