quinta-feira, 28 de junho de 2007

Clima de festa em mais um café
da manhã com Paulo Borges


A Padaria e Confeitaria Lang*, no Bairro Medianeira, da Zona Sul de Porto Alegre, parou durante a manhã de hoje para tomar café com o deputado Paulo Borges. Em clima de festa, o homem do tempo foi recebido com um bolo e uma placa homenageando os 113.151 votos, maior eleitorado de todo o Estado.Paulo Borges conversou com clientes, funcionários e moradores e respondeu sempre com humor e descontração "qual a previsão do tempo para hoje?".

"Tempo Bom para o Rio Grande", responde o deputado ao destacar sua principais ações na Assembléia Legislativa. Segundo ele, "não há tempo ruim para visitar a população, ouvir a comunidade, prestigiar eleitores fiéis como o meu grande amigo Lang e trabalhar para corresponder e superar as expectativas do povo gaúcho".

( *Av. Niterói, 225, Medianeira, POA)





quinta-feira, 14 de junho de 2007


Unidos pelo meio ambiente



Fotos: Vítor Biermann

A audiência pública, Aquecimento Global – somos todos responsáveis, realizada na manhã de ontem, pela Comissão de Saúde e Meio Ambiente, no auditório Dante Barone, reforçou o debate sobre as interferências no clima gaúcho e destacou a importância em haver mais debates e fóruns sobre aquecimento global.

O palestrante Gilvan Sampaio, mestre em Meteorologia do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE-SP), destacou iniciativas como o I Fórum Aquecendo a Consciência Ambiental no RS ( veja o saiba mais), no qual é integrante ativo, juntamente a mais de 20 especialistas de todo o Estado.

Gilvan dividiu em três partes sua explanação sobre o tema. Primeiramente, ele explicou o que de fato causa o aquecimento global. Logo após apresentou os impactos enfrentados mundialmente e finalizou com as projeções para o século 21. Em menção ao Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) , o representante do INPE ressaltou que mais 90% das alterações no meio ambiente são causadas pela ação humana.

Ao destacar a educação ambiental como uma das principais "ferramentas", Gilvan Sampaio salientou que é preciso entender o clima e principalmente a importância da Mata Atlântica no combate ao aquecimento global. "O grande ponto é a educação. É preciso gerar programas ou mecanismos para que as crianças, desde pequenas, entendam o meio ambiente ", diz.

Paulo Borges que também é titular da Comissão de Saúde e Meio Ambiente disse ser imprescindível audiências públicas com esta para que o Estado se prepare para atender e gerar ações às prováveis modificações no seu meio ambiente, no desenvolvimento econômico e social.

Esta máxima une a audiência Aquecimento Global – somos todos responsáveisao ao Fórum Aquecendo a Consciência Ambiental no RS. "Todo tipo de ação só é possível por meio da discussão e atualização do conhecimento entre entidades especializadas nos mais variados aspectos sobre o clima gaúcho, seguida de estudos e avaliações de seu impacto", explica o deputado Paulo Borges.

O deputado ainda indagou o possível "engavetamento" de estudos sobre o aquecimento global. " Muitos estudos parecem estar engavetados. Não temos acesso a eles como forma de colaboração durante os fóruns e audiências públicas. Existem realmente estes estudos? Questionou Paulo Borges.

Segundo, Millos Stringuini, biólogo e Doutor em Ciências do Meio Ambiente (RS), é muito fácil um relatório ir para a gaveta por uma denegação. " Há fala de interesse. A sociedade nega a realidade em que vive. Adota-se um atitude quase esquizofrênica em relação ao meio ambiente. As pessoas chamam floresta de mato, e a primeira coisa que se faz é limpar o ‘mato' ", diz o biólogo.

A audiência pública marcou, segundo Paulo Borges, a integração entre Assembléia Legislativa, especialistas dobre o tema e a sociedade. " Estamos unidos pelo meio ambiente", define.


Saiba mais:


I Fórum Aquecendo a Consciência Ambiental no RS


O deputado Paulo Borges reuniu especialistas de todo o Estado e de SP, em encontro realizado no Jardim Botânico, no dia 19 de abril. Participaram mais de 20 especialistas, entre representantes do Núcleo de Pesquisas Antártica e Climáticas (NUPAC), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), órgãos do Estado (FEPAGRO, CORSAN, CEEE, Fungação Zoobotânica (FZB), Coordenadoria Estadual de Defesa Civil), e pesquisadores da área. No encontro foi debatido as conseqüências do aquecimento global no RS e a proposição de um cronograma de estudos, ações de prevenção e aplicação de políticas pública.

Na base da discussão estava o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). E foi com base nele que o professor Jefferson Simões (NUPAC) questionou que o Estado "vai muito mal" em relação aos estudos que tratam das bases físicas das mudanças climáticas. " Falta ações integradas, esse é o problema, sinaliza. Há muita informação, muitos dados, mas por dificuldade de acesso, pouco trabalho", diz Simões.

Opinião compartilhada, também, pela bióloga e doutora em biogeografia, Luiza Chomenko (FZB). Segundo ela é preciso que se promovam ações de formulação de políticas públicas que abranjam os distintos setores básicos a serem atingidos.

"É preciso fazer a lição de casa, entender melhor o clima do RS", afirmou o meteorologista Gilvan Sampaio, representante do INPE. Segundo Sampaio, apenas agora caiu a ficha da comunidade científica, da população e da mídia. Temos que entender o clima e os efeitos do aquecimento global e nos adaptar, e isto é o que este fórum busca", explica Gilvan.

quarta-feira, 13 de junho de 2007

ARTIGO


O crucial é começar a agir




O aquecimento global é um fenômeno climático de larga extensão que vem acontecendo nos últimos 150 anos. Logo, o significado de tantas mudanças climáticas é cada vez mais objeto de muitos debates entre os cientistas, a população, a mídia, Ongs e órgãos públicos . Causas naturais ou antropogênicas (provocadas pelohomem) têm sido propostas para explicar o fenômeno. Recentemente, muitos meteorologistas e climatólogos são categóricos ao afirmar a influência da ação humana.

O Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas - O IPCC (Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas, estabelecido pelas Nações Unidas e pela Organização Meteorológica Mundial em 1988), no seu relatório mais recente diz que a maioria do aquecimento observado durante os últimos 50 anos se deve "muito provavelmente" a um aumento do efeito de estufa, havendo "evidência forte" de que a maioria do aquecimento deve-se a atividades humanas (a exemplo do maior uso de águas subterrâneas e de solo para a agricultura industrial e a um maior consumo energético e poluição, entre outros).

Os fenômenos geofísicos de alcance global têm que ser avaliados, em escala histórica e geológica, principalmente quando se pretendem utilizá-los para direcionar o desenvolvimento da sociedade mundial. A educação ambiental deve tratar o aquecimento global visando as causas e inter-relações em uma perspectiva sistêmica.


Para tanto, aspectos primordiais relacionados ao desenvolvimento e ao meio ambiente, tais como população, saúde, democracia, fome, degradação da flora e fauna devem ser considerados. A educação ambiental para uma sustentabilidade eqüitativa é um processo de aprendizagem permanente, baseado no respeito a todas as formas de vida. Ela consolida valores e ações que contribuem para a transformação social e para a preservação ecológica; estimula a formação de sociedades justas e ecologicamente equilibradas, que conservam entre si relação de interdependência e diversidade. A criança, desde cedo, deve aprender a cuidar da natureza e, é no seio familiar e na escola, que ela receberá subsídios para tanto.


O crucial é começar a agir e incentivar a produção de conhecimento, políticas, metodologias e práticas de educação ambiental em todos os espaços e para todas as faixas etárias. O princípio é trabalhar a partir das realidades locais, estabelecendo as devidas conexões com a realidade planetária. No entanto, a chave para minimizar e solucionar estas questões globais críticas chama-se prevenção. E aqui, tratamos fundamentalmente da educação ambiental: conscientizar para transformar. Por essa razão, lançamos o Fórum Aquecendo a Consciência Ambiental no RS e estaremos realizando uma audiência pública sobre aquecimento global na Assembléia Legislativa do Estado.


Paulo Borges - Deputado Estadual

quarta-feira, 6 de junho de 2007


Manifesto de Respeito aos Gaúchos!

Destaque nos jornais e nos programas de rádio do nosso Estado desta semana, as ofensas feitas pelo radialista Jonas Greb na Rádio Trianon, de São Paulo, ao povo gaúcho podem até ser consideradas uma afronta, um ato irresponsável, leviano, desprovido de qualquer espírito esportivo, ético. Mas vai além: reforça que tais "carências" éticas precisam ser estancadas, para que o bom exemplo se instale de uma vez por todas nesse lamaçal de impunidades que assombram o nosso País. O caso deste radialista, torcedor e político paulista, deve ser levado à mais alta instância do executivo estadual e do judiciário.

Ressentida e injustiçada pelas falsas e indecorosas declarações do apresentador de programa, a Brigada Militar gaúcha já está tomando providência, e promete processá-lo contra as denúncias de omissão e conivência à violência. Torcedores gremistas e colorados expressam sua indignação em sites da internet, blogs e rádios. Contudo, as ofensas generalizadas ao povo gaúcho, sugerindo ainda uma ação separatista "não precisamos do Rio Grande do Sul na bandeira do Brasil (...). Não são gente, são bandidos", ganham ainda uma dimensão maior, quando coloca pelo ralo valores inerentes à nossa cultura e fragmenta nosso grandioso território.

Nossos costumes não tratam de violência e sim de amor pelas nossas raízes, pelas nossas lutas e conquistas. Não importa se somos tradicionalistas ou urbanos, gremistas ou colorados. Acima de tudo, somos brasileiros. E o que faz o brasileiro, "ser o que há de melhor" no Brasil, é justamente a riqueza dessa diversidade cultural de cada uma das regiões. Ser gaúcho é muito mais do que simplesmente viver ou nascer no Rio Grande do Sul . Ser gaúcho é ser brasileiro, assim como ser paulista é ser brasileiro, ser carioca é ser brasileiro, ser bahiano é ser brasileiro.

Em se tratando ainda mais de esporte, a competição saudável deve submeter-se ao convívio harmônico das diferenças. "Mostremos valor, constância, nesta ímpia e injusta guerra. Sirvam nossas façanhas,de modelo a toda a terra". Em se tratando de justiça, em nome do povo gaúcho, convoco os cidadãos a participarem do Manifesto "Respeito aos gaúchos", no endereço http://homemdotempo.blogspot.com/, e estou encaminhando à União Nacional dos Legislativos Estaduais – UNALE, para que tome as devidas providências.

* Paulo Borges – Dep. Estadual

sexta-feira, 1 de junho de 2007


Dia Nacional da Imprensa


Hoje - 1º de junho, Dia Nacional da Imprensa - devemos reforçar a defesa da liberdade de imprensa no Brasil e, fundamentalmente, seu compromisso com a população.Da mesma forma que os médicos têm a função de cuidar da saúde da nação, a responsabilidade da imprensa expressa muito mais do que informar e divulgar fatos. A imprensa difundi conhecimentos, dissemina a cultura, ilumina as consciências e canalizar as aspirações da sociedade.

Enfim, a imprensa deve agir na busca do bem e da verdade. Para tanto, é preciso, liberdade de expressão e manifestação de pensamento, pois, a imprensa tem o dever de informar e a população o direito de ser informado. A imprensa livre é a interprete da opinião pública e orientadora do destino dos povos.

Os profissionais da imprensa trabalham diariamente com relacionamentos humanos. E todos os seres humanos são membros ativos e livres de uma comunidade, influenciados pela ação dos demais, onde a responsabilidade é uma necessidade recíproca. Os jornalistas têm suas atitudes baseadas na função que os meios de informação exercem na busca da Democracia e da Justiça na sociedade.

A partir daí a imprensa estabelece seus atos, enquanto operadora do jornalismo, e compromete-se com os direitos garantidos por nossa Constituição e pela Declaração Universal dos Direitos Humanos .

Sem o ciclo das informações não há jornalismo, e sem jornalismo não há imprensa, não há democracia e muito menos liberdade.

Deputado Estadual Paulo Borges