sexta-feira, 18 de janeiro de 2008


Luta contra o câncer
de mama agora é lei

Comitês de tolerância zero irão atuar em todo o RS como fiscalizadores da saúde da mama, com o objetivo de identificar o conjunto de procedimentos que falham na cadeia de atendimento da doença


O governo Yeda aprovou e sancionou em dezembro o projeto do deputado Paulo Borges que cria comitês municipais de tolerância zero para mortalidade por câncer de mama no Rio Grande do Sul. Publicado no Diário Oficial no dia 19 de dezembro a LEI Nº 12.862 oficializa a atuação dos comitês.


A ação dos locais de combate intensificará a luta na conscientização da população para a prática de ações preventivas e a importância do diagnóstico precoce do câncer. O principal objetivo é reduzir os altos índices de mortalidade vinculada ao câncer de mama.


"Tolerância Zero" terá junto ao poder público, as empresas e as entidades civis dos municípios o desafio de tirar o RS do ranking dos Estados com maior incidência da doença em todo o País. Só no RS, cerca de 950 gaúchas morrem por ano em decorrência da doença.


Iniciativa inédita – a LEI Nº 12.862 é a única do país na atuação contra o câncer de mama, o que coloca o Estado no pioneirismo de ações de combate a doença e fiscalização de todo o processo de controle do câncer de mama.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

! OPINIÃO



* GABINETE ITINERANTE – DAR IMPORTÂNCIA PARA AGIR


Ouvir, saber escutar, dar atenção, receber idéias e dar sentido a elas. Durante os longos anos que exerço o jornalismo esta foi a grande lição que aprendi. Quando convivemos em sociedade (no próprio sentido da palavra - reunião de pessoas de mesma origem e leis; parceria, relações, convivência) muito mais que falar e pregar o certo ou a verdade é fundamental saber escutar. E este é o grande desafio para 2008.


E quem mais tem a necessidade de ser ouvido? A comunidade, o cidadão. Essa "audição", essa benevolência e sabedoria em, de fato dar ouvidos, ou melhor, dar importância ao pensamento de outrem, se exerce nos países de primeiro mundo; estes já compreendem que os problemas sociais e de meio ambiente, principalmente, só poderão ser resolvidos com a participação efetiva da sociedade. E é esta participação que buscamos por intermédio do Gabinete Itinerante, projeto de meu mandato na Assembléia Legislativa que conta com uma equipe de iniciativa e determinada em atender a população.

Os assessores itinerantes se deslocam no exercício das suas funções com o grande desafio de implementar projetos que atendam as reivindicações dos municípios, receber reivindicações dos municípios, além de observar e registrar os problemas e discutir soluções com as associações de moradores, Líderes comunitários e comerciantes.


Contato local para identificar as necessidades - A proximidade com a população descentraliza a atuação do Parlamento Gaúcho e dinamiza o seu trabalho nos mais diferentes municípios do Estado. Trabalho fundamental, pois permite um maior contato com a realidade local de cada município identificando as principais necessidades e suas reivindicações.


O Gabinete Itinerante também da assistência técnica na elaboração de projetos de captação de reservas oriundas tanto do governo federal quanto do estadual, para municípios e entidades que não sejam governamentais (Ongs e associações comunitárias). Com isso, colaboramos no desenvolvimento sustentável dos municípios e contribuímos com o trabalho além do Legislativo. O Gabinete Itinerante é uma prova de que é possível agir a partir das necessidades das comunidades locais. Não precisamos atravessar o oceano para aprender isso. Basta querer de verdade. Querer mesmo.

Paulo Borges

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Leia mensalmente a coluna "Conversa com Paulo Borges" na Nova Revista de Viamão.

* Nova Revista de Viamão/edição de janeiro

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Paulo Borges é o segundo deputado
que menos tem custos de gabinete



Conforme dados do Portal Transparência, no site da Assembléia Legislativa, o deputado Paulo Borges é o segundo Parlamentar na lista dos que menos tiveram despesas em 2007. Paulo Borges destaca que o baixo custo com as despesas deve-se ao rigor em evitar desperdício e na contenção de gastos desnecessários.


Mais informações no site da Assembléia Legislativa: http://www.al.rs.gov.br/